quinta-feira, 31 de maio de 2012

FERNANDO FERNANDES ATLETA CANOÍSTA.




Um ano após o acidente que paralisou seu corpo da cintura para baixo, o ex-participante do Big Brother Brasil Fernando Fernandes conquistou o título mundial de canoagem paraolímpica. Em julho de 2009, o modelo recebia a notícia da grave lesão e 12 meses mais tarde, na Polônia, estava representando o Brasil na competição que reunia os melhores do mundo na modalidade, subindo ao lugar mais alto do pódio apenas oito meses depois do início dos treinos.



No dia 20 de agosto de 2010, Fernando foi campeão mundial na prova K1 A 200 m (categoria específica para a lesão de Fernando. Além dessa categoria, existem outras duas: LA e LTA com o tempo de 56s151. Mas de agosto do ano passado para cá, o atleta já melhorou muito seu tempo. Hoje em dia, ele consegue completar os 200 m em 45s, apenas 10s a mais que os atletas olímpicos. A meta agora é diminuir ainda mais essa diferença para, quem sabe, 7s.

A evolução meteórica fez com que Fernando se tornasse referência no esporte, sendo inclusive, consultado por diversos países europeus para explicar como conquistou tanto sucesso em sua curta carreira de canoísta. Sua contribuição para o esporte não parou por aí. Antes do título mundial de Fernando, a canoagem ainda não era um esporte paraolímpico, mas a conquista ganhou grande proporção, por se tratar de um modelo internacional, ex-participante de um reality show de sucesso e, principalmente pela rapidez em sua recuperação. Tudo isso ajudou a convencer os Comitês Olímpico e Paraolímpico a integrar a modalidade na Olimpíada.



Além disso, Fernando, ao lado de seu técnico Paulo Barbosa, o Paulinho, desenvolveu um barco capaz de navegar ainda mais rápido que os atuais e que hoje é o principal responsável por classificar atletas às grandes competições de canoagem. O barco foi feito em Portugal e atraiu a grande imprensa local, que ficou impressionada com o desempenho de Fernando e sua criação nas águas europeias.

“Não sei viver mais ou menos. Se hoje eu me encontro bem, é porque faço tudo com dedicação, errando e acertando”, disse Fernando.



Outra frase marcante do atleta é: - "Devemos valorizar a eficiência e não a deficiência".


quarta-feira, 30 de maio de 2012

ESCOLAS TERÃO R$100 MILHÕES PARA ACESSIBILIDADE




Escolas públicas de 3.433 municípios receberão R$ 100 milhões para realizar adequações arquitetônicas nas sedes  para investir em outras melhorias para favorecer a igualdade de condições de acesso e aprendizagem aos alunos com deficiência. O repasse de recursos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) às unidades de ensino foi normatizado pela Resolução nº 27, de 2 de junho de 2011, publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira (3).

Os recursos, provenientes do FNDE, destinam-se a 12.165 mil unidades municipais, estaduais e do Distrito Federal para serem aplicados, prioritariamente, na contratação de serviços de construção de rampas, alargamento de portas e passagens, assim como a instalação de corrimãos. Sanitários também devem ser adequados para acessibilidade e colocação de sinalização visual, tátil e sonora. A verba pode ser aplicada, ainda, na aquisição de itens como  cadeiras de rodas, bebedouros, mobiliários acessíveis ou softwares específicos.

Censo Escolar de 2010 – Quase 500 mil alunos matriculados em unidades de ensino regular são estudantes com deficiência e apenas 20% das escolas públicas de educação básica atendem a critérios de acessibilidade a esse público. Neste ano, serão atendidas as escolas que receberam sala de recursos multifuncionais em 2009 e registram  matrícula de estudantes com essa característica no Censo de 2010. Cada unidade de ensino pode receber recursos que variam de R$ 6 mil a R$ 9 mil, de acordo com o número de alunos. “Os estudantes com deficiência devem ter acesso a todas as dependências da escola”, pondera a diretora de políticas de educação especial do Ministério da Educação (MEC), Martinha Clarete.

A Escola Acessível faz parte do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), que reduz a burocracia na transferência de recursos. Para recebê-los, as escolas devem elaborar planos de ações que serão submetidos à aprovação das secretarias de educação, observados os critérios e normas gerais de acessibilidade nas obras.



Política de educação inclusiva foi lançada em 2008

Os resultados do Censo Escolar da Educação Básica apontam um crescimento significativo nas matrículas da educação especial nas classes comuns do ensino regular. De acordo com o MEC, esse crescimento é reflexo de política adotada que inclui programas de implantação de salas de recursos multifuncionais, adequação de prédios escolares para a acessibilidade, formação continuada de professores da educação especial e do Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) na escola, além do programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade. O objetivo é estimular a formação  de gestores e educadores para a criação de sistemas educacionais inclusivos. A política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva foi lançada em 2008 paralelamente a aprovação, por meio de emenda constitucional, da convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os direitos das pessoas com deficiência. De acordo com a convenção, devem ser assegurados sistemas educacionais inclusivos em todos os níveis



Fonte visto livre

terça-feira, 29 de maio de 2012

DEPRESSÃO

Depressão é uma palavra freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos. Todos se sentem "para baixo" de vez em quando, ou de alto astral às vezes e tais sentimentos são normais. A depressão, enquanto evento psiquiátrico é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento. Muitas pessoas pensam estar ajudando um amigo deprimido ao incentivarem ou mesmo cobrarem tentativas de reagir, distrair-se, de se divertir para superar os sentimentos negativos. Os amigos que agem dessa forma fazem mais mal do que bem, são incompreensivos e talvez até egoístas. O amigo que realmente quer ajudar procura ouvir quem se sente deprimido e no máximo aconselhar ou procurar um profissional quando percebe que o amigo deprimido não está só triste





SINTOMAS


 Os sintomas da depressão são muito variados, indo desde as sensações de tristeza, passando pelos pensamentos negativos até as alterações da sensação corporal como dores e enjôos. Contudo para se fazer o diagnóstico é necessário um grupo de sintomas centrais:
  1. Perda de energia ou interesse
  2. Humor deprimido
  3. Dificuldade de concentração
  4. Alterações do apetite e do sono
  5. Lentificação das atividades físicas e mentais
  6. Sentimento de pesar ou fracasso

 Os sintomas corporais mais comuns são sensação de desconforto no batimento cardíaco, constipação, dores de cabeça, dificuldades digestivas. Períodos de melhoria e piora são comuns, o que cria a falsa impressão de que se está melhorando sozinho quando durante alguns dias o paciente sente-se bem. Geralmente tudo se passa gradualmente, não necessariamente com todos os sintomas simultâneos, aliás, é difícil ver todos os sintomas juntos. Até que se faça o diagnóstico praticamente todas as pessoas possuem explicações para o que está acontecendo com elas, julgando sempre ser um problema passageiro.
 sintomas que podem vir associados aos sintomas centrais são:
  • Pessimismo
  • Dificuldade de tomar decisões
  • Dificuldade para começar a fazer suas tarefas
  • Irritabilidade ou impaciência
  • Inquietação
  • Achar que não vale a pena viver; desejo de morrer
  • Chorar à-toa
  • Dificuldade para chorar
  • Sensação de que nunca vai melhorar, desesperança...
  • Dificuldade de terminar as coisas que começou
  • Sentimento de pena de si mesmo
  • Persistência de pensamentos negativos
  • Queixas freqüentes
  • Sentimentos de culpa injustificáveis
  • Boca ressecada, constipação, perda de peso e apetite, insônia, perda do desejo sexual

    A identificação da depressão

    Para afirmarmos que o paciente está deprimido temos que afirmar que ele sente-se triste a maior parte do dia quase todos os dias, não tem tanto prazer ou interesse pelas atividades que apreciava, não consegue ficar parado e pelo contrário movimenta-se mais lentamente que o habitual. Passa a ter sentimentos inapropriados de desesperança desprezando-se como pessoa e até mesmo se culpando pela doença ou pelo problema dos outros, sentindo-se um peso morto na família. Com isso, apesar de ser uma doença potencialmente fatal, surgem pensamentos de suicídio. Esse quadro deve durar pelo menos duas semanas para que possamos dizer que o paciente está deprimido.
FONTE GOOGLE

sábado, 26 de maio de 2012

DILMA VETA VENDA DE MEDICAMENTOS EM SUPERMERCADOS




O Diário Oficial da União publica nesta sexta-feira (18) o veto da presidenta Dilma Rousseff à venda de remédios que não exijam prescrição médica em supermercados, armazéns, empórios, lojas de conveniência e similares.

De acordo com o texto, a liberação dificultaria o controle sobre a comercialização, assim como poderia estimular a automedicação e o uso indiscriminado, prejudicando a saúde pública. A decisão considerou a análise dos ministérios da Saúde e da Justiça.



A possível liberação da venda de medicamentos sem prescrição em supermercados preocupou o setor farmacêutico. O Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de São Paulo (Sincofarma) ameaçou recorrer ao Judiciário, caso a presidenta não vetasse parte do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 7/2012.

O projeto é oriundo da Medida Provisória 549/2011, que trata de isenção de impostos sobre produtos destinados a pessoas com deficiência, e que previa, no Artigo 8º, a ampliação da permissão de venda.

O presidente do Sindicato das Farmácias do Distrito Federal, Felipe de Faria, disse que a decisão dará mais segurança para o consumidor na hora de comprar o medicamento, porque ele poderá ter a orientação de um farmacêutico. “O supermercado vende alimento, a farmácia vende remédio.”


quarta-feira, 23 de maio de 2012

SESSÃO PIPOCA

UM CINEMINHA ACOMPANHADA(O) DA PESSOA AMADA OU DOS AMIGOS....

TDB= TUDO DE BOM

O AUTO DA COMPADECIDA



CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

terça-feira, 22 de maio de 2012

REFLEXÃO-NÃO ACREDITO EM BARBEIRO


Um homem foi ao barbeiro. E enquanto cortava seu cabelo, conversava com o barbeiro. Falava da vida e de DEUS. Daí a pouco o barbeiro incrédulo não agüentou e falou:


- Deixa disso cara. Não acredito em DEUS!

- Por que?

- Ora se DEUS existisse não haveria tantos miseráveis, passando fome. Olhe em volta quanta tristeza. É só andar pela rua e enxergar!

- Bem esta é sua maneira de pensar, não é?

- Sim, claro.

O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com cabelos longos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não agüentou, deu meia volta e interpelou  o barbeiro.


- Sabe de uma coisa, não acredito em barbeiros!

- Como?

-Não acredito. Pois se existissem barbeiros, não existiam pessoas de cabelos longos e barbas compridas.

-Ora eles estão assim porque querem. SE DESEJASSEM MUDAR VIRIAM ATE A MIM.


Ao que o homem respondeu:

- Entendeu agora?


segunda-feira, 21 de maio de 2012

ALERGIAS


O que é alergia



Alergia é a reação exagerada à intolerância do organismo a produtos físicos, químicos ou biológicos. Logo, trata-se de uma reação anormal a uma ou mais substâncias que são comuns no dia-a-dia, só que quando inaladas ou ingeridas pelo organismo ou em contato com a pele, causam reações adversas. As substâncias capazes de desencadear a alergia são chamadas de alérgenos.

Algumas pessoas podem não acreditar na gravidade das alergias e resumi-las apenas em alguns espirros ou pequenos incômodos. Contudo, algumas reações alérgicas podem ser muito violentas com o surgimento de edemas (fechamento) da parte interna das vias respiratórias (edema de glote).

Você pode achar que sua alergia é um problema crônico, interminável, mas não pense que não há tratamento para deixar de sentir esses desconfortos. As alergias podem ser tratadas sim. Os remédios ajudam a sair de uma crise, mas a imunoterapia pode evitar que elas aconteçam, na maioria dos casos.



Intolerância alimentar: sintomas e causas



O leite é a causa mais comum de reações alérgicas em crianças pequenas. Cerca de três em cada 100 crianças são alérgicas ao leite de vaca, e quase 95% superam a alergia aos quatro anos. Alergias a nozes, marisco, amendoim e clara de ovo vêm em segundo lugar. As reações a esses alimentos têm menos probabilidade de desaparecer quanto mais velha for a criança e podem durar a vida inteira.

Amendoim é outra causa freqüente de reações alérgicas. Na verdade, o amendoim não faz parte da categoria das nozes ? é um legume como a ervilha. Por isso, crianças alérgicas a amendoim não são necessariamente alérgicas a amêndoas ou a outros tipos de nozes. Lembre-se de que não se deve dar nozes a crianças com menos de quatro anos, porque elas ainda não conseguem mastigá-las adequadamente. Podem, também, inalar pedaços que se alojam no pulmão com risco de sufocar-se.



A intolerância a determinados alimentos é um problema menos grave, mas causa muitas inconveniências. O tipo mais comum é intolerância à lactose, a dificuldade de digerir o açúcar natural presente no leite. Gases, distensão abdominal e diarréia surgem após a ingestão do leite. A intolerância à lactose pode surgir em qualquer idade, sendo comum nos primeiros anos de vida. Em geral, crianças alérgicas sequer toleram quantidades mínimas do alimento. Muitos derivados de leite, como iogurte ou queijo, não causam problemas, pois a lactose presente neles é decomposta durante o processamento. Algumas crianças desenvolvem sintomas ao ingerir pequenas quantidades de leite. Outras, só em grandes quantidades.

A intolerância ao glúten, chamada doença celíaca (incapacidade de digerir uma proteína encontrada no trigo - gliadina), pode ser bastante grave. Acredita-se que essa intolerância seja um problema imunológico hereditário que afeta o intestino. Pode interferir na absorção de diversos nutrientes e provocar problemas de crescimento, ganho baixo de peso, diarréia ou constipação e irritabilidade. A intolerância ao glúten pode surgir logo após a introdução de produtos à base de trigo, como cereal ou pão, na alimentação do bebê.

O que fazer



Se desconfiar que a criança tem alguma intolerância ou alergia alimentar, converse com o pediatra. Não faça o diagnóstico sozinha. As alergias alimentares podem enganar. Informe-se sempre sobre o conteúdo de alimentos processados. Por exemplo, se seu filho for alérgico à caseína, uma proteína do leite, evite alimentos que contenham caseinato de cálcio ou caseína descritos no rótulo. Se ele for alérgico ao glúten, atenção! Ele pode estar escondido no extrato de baunilha, na proteína vegetal hidrolisada ou no ketchup. Talvez você precise consultar o médico ou um nutricionista para ajudar a manter uma alimentação equilibrada e respeitar as restrições necessárias.

Crianças intolerantes à lactose podem tomar leite e laticínios sem lactose. Se não tolerar derivados do leite, seu filho precisa ingerir cálcio de outras fontes. Suco de laranja fortificado com cálcio, por exemplo, pode ser um substituto.

Os responsáveis por seu filho devem estar cientes não apenas da alergia, mas também das medidas que devem ser tomadas caso ocorra uma reação alérgica. Seu pediatra lhe informará o que fazer no caso de uma reação alérgica. Guarde as instruções em casa e as forneça para quem cuidar do seu filho.

Prevenção

O risco de alergia aumenta quando há outros casos de alergia na família. Alimentar com leite materno e evitar trigo, clara de ovo, frutos do mar e produtos derivados do leite de vaca até o primeiro ano do bebê podem ajudar muito. Na verdade, o leite materno parece oferecer proteção contra alergia a leite ? outro motivo para pensar em amamentar por mais tempo, pelo menos um ano, como recomenda a Sociedade Brasileira de Pediatria, SBP.

Fonte google