PINTINHOSTRATAM GATA COMO MÃE...A NATUREZA ANIMAL TEM MUITO A ENSINAR AOS SERES HUMANOS....
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
CARINHO É TUDO
PINTINHOSTRATAM GATA COMO MÃE...A NATUREZA ANIMAL TEM MUITO A ENSINAR AOS SERES HUMANOS....
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Família de patinhos atravessando a rua.
Passou na Tv, ontem uma familia de patinhos atravessando uma avenida. Uma visão surpreendente, por sorte os patinhos conseguiram alcançar o outro lado da avenida, que estava movimentada por carros e caminhões. Objetivo do Blog postar esse video: Por mais dificil que se encontre sua vida, nunca desisita de seus sonhos. Os obstáculos são muitos e podem até te assustar, mas mesmo assim persista, não desista jamais.
Claro para atravessar uma avenida movimentada sempre na faixa de pedestre ou em uma passarela, ok. kkk
terça-feira, 4 de setembro de 2012
GERSON BRENNER
Quem não se
recorda do ator Gerson Brenner, consegui dentro da emissora Globo de Tv, muitos
papéis nas novelas na década de 90 e estava no seu auge físico e profissional. Em
17 de agosto de 1998 o ator Gerson Brenner, hoje com 44 anos, então muito popular, foi baleado na
cabeça, durante um assalto em uma rodovia. Em consequência dessa violência ele
perdeu parcialmente os movimentos e passou a ter dificuldade na fala e na
compreensão. Sua vida profissional acabou.
Gerson faz tratamento de fisioterapia desde agosto de 2001, o tiro que ele levou afetou sua fala e anda de andador. Luta contra uma hemiplegia, ausência de movimentos em um lado do corpo. Ele frequenta a FUNDAÇÃO SELMA para sessões de hidroterapia e equoterapia, acompanhado de seu pai Arnaldo, que dedica seu tempo ao filho. Houve inumeros problemas pessoais que a família deseja que fique no passado. O importante agora é ser feliz e seguir em frente. Boa sorte Gerson, você é um Guerreiro.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
EPIDERMÓLISE BOLHOSA
A doença tem três tipos: simples, distrófica e juncional. Na forma simples, embora as bolhas sejam extremamente dolorosas, a cicatrização não deixa grandes danos permanentes e as crianças têm a tendência de melhorar com a idade. Na distrófica, a formação de bolhas é espalhada, constante e deixa cicatrizes, podendo resultar em alteração permanente da pele. É comum, por exemplo, a junção de dedos e a contração das mãos e dos pés reduzindo a movimentação dessas pessoas. Ela também pode comprometer as mucosas da boca, do esôfago, trato intestinal e do ânus.
A EB juncional é o tipo mais grave, pois atinge também o esôfago, o estômago, o duodeno e o intestino, fazendo com que o paciente tenha lesões internas e não consiga deglutir ou digerir os alimentos. Geralmente as crianças portadoras da EB juncional morrem em seus primeiros anos de vida. “A EB não tem cura. O tratamento visa amenizar os sintomas e ajudar os portadores a viverem da melhor forma possível.
Mãe acusa escolas em Campinas de rejeitar filha com doença de pele rara
Suzana exibe desenho da filha e laudo médico
(Foto: Arquivo Pessoal / Suzana Matsumoto)
(Foto: Arquivo Pessoal / Suzana Matsumoto)
Um tom de desânimo marca a fala da dona de casa Suzana Matsumoto quando o assunto é a busca por um colégio particular em Campinas (SP) que aceite matricular a filha Letícia. A criança de 7 anos tem epidermólise bolhosa, uma doença de pele rara que não tem cura, mas que não é contagiosa. O caso foi denunciado pelo jornal Folha de S. Paulo. "Eu ensinei ela a escrever o próprio nome. Agora temos de pagar cerca de R$ 600 mensais para uma professora particular, o que prejudica nosso orçamento", explica a mãe.
Na tentativa de garantir o aprendizado de Letícia, a dona de casa alega que foi rejeitada por quatro colégios particulares da cidade: Asther, Contemporânea, Lyon e Renovatus. Um laudo médico confirma que a criança pode realizar atividades normais na escola.
Com receio de expôr a filha, a dona de casa mostra um desenho feito por Letícia e conta que a procura começou há dois anos. No período, desistiu algumas vezes após outras recusas. "A diferença da Letícia para outras crianças é que ela pode se machucar mais, requer alguns cuidados na hora das brincadeiras. Não deram sequer a oportunidade dela ir aos colégios", ressalta Suzana.
A mãe de criança explica ainda que não procurou por instituições públicas, pois quer oferecer a mesma oportunidade que o filho, de 8 anos, recebe ao estudar em um colégio privado. "A escola dele não oferece um espaço físico adequado, por isso não a procurei", explica Suzana. Além de um antialérgico, Letícia também usa um antiinflamatório para atenuar eventuais dores pelo corpo.
saiba mais
Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a epidermólise bolhosa é uma doença genética que atinge crianças, jovens e adultos. Ela é caracterizada pela fragilidade da pele e mucosa, sobretudo em áreas de maior atrito, que podem ter formações de bolhas ou feridas em caso de traumas (batidas), além de prejudicar a realização de movimentos.
A demartologista da PUC-Campinas Caroline Romanelli explica que a doença não é contagiosa, mas aponta a necessidade dos pacientes em prevenir acidentes e receberem cuidados multidisciplinares. "A criança precisa aprender a não se machucar, mas o desenvolvimento é normal. Por isso, é importante enfatizar a importância da inclusão social", explica. A assessoria da SDB não soube dizer qual a incidência da doença no país.
Luta por direitos
A advogada da família, Claudia Hakim, espera que os responsáveis pelos colégios de Campinas mostrem sensibilidade com a repercussão do caso. Se o impasse permanecer, ela explica que vai entrar com ação na Justiça para garantir o direito de Letícia de estudar em uma das escolas procuradas por Suzana. "A ideia inicial é de que eles recebam as crianças nessa situação sem obrigação, embora o direito seja garantido pela Constituição Federal. Há casos em que tudo fica 'por isso mesmo'. O governo também deve estar atento à preparação das escolas públicas", ressalta a defensora.
Outro lado
O G1 entrou em contato com os quatro colégios citados por Suzana. A coordenadora do Asther, Valéria Dellafina Barone, explica que o colégio não aceitou a matrícula de Letícia pois a instituição tem condições de atender somente um aluno de inclusão por sala. "Temos que ser honestos com os pais e fazer um trabalho de qualidade. Infelizmente as vagas estão ocupadas", explica a coordenadora.
A diretora pedagógica do Colégio Lyon, Gabriela Velasco, diz que a instituição foi procurada pela mãe de Letícia neste mês. Ela diz que a escola espera pela apresentação de laudos médicos para saber se é possível oferecer um atendimento adequado à criança.
Em nota, a direção do Renovatus alega que atende casos de inclusão e recebeu Suzana no ano passado. O colégio informa que procurou a mãe da criança para saber se ela teria interesse na matrícula e houve recusa. "O argumento de Suzana era de que já havia encontrado uma outra unidade de ensino para matricular a filha", informa a nota.
fonte: G1
domingo, 2 de setembro de 2012
SESSÃO PIPOCA
FILME: ESSE E MEU GAROTO
TRAILLER
'Este é o Meu Garoto' é centrado no conturbado relacionamento de pai
e filho. Após quase se casar com a própria mãe, o pai decide se aposentar e ir
morar na casa do filho, nas vésperas do casamento do jovem, e começa a encrencar
com sua futura nora (Leighton Meester).
sábado, 1 de setembro de 2012
POLÊMICA
Comunhão de adolescente com autismo causa polêmica em Bom Princípio
Moradores se revoltaram com a decisão do padre local, que retirou o menino da fila para a primeira comunhão
Sete anos atrás, Silvani havia buscado informação com o então pároco da cidade, que afirmou que o filho poderia participar da primeira comunhão Foto: Miro de Souza / Agencia RBS
Uma polêmica está colocando em lados opostos a fé e a inclusão de um menino com deficiência em Bom Princípio, no Vale do Caí. A decisão do padre local de não dar a primeira eucaristia para um adolescente com autismo, no último domingo, revoltou os moradores, e tem causado controvérsia.
Cássio Maldaner, 13 anos, estava na fila para entrar na igreja e receber a primeira comunhão com outras 34 crianças. Nos bancos de madeira da Paróquia Nossa Senhora da Purificação, 90 convidados da família esperavam pelo momento sonhado pela mãe, a dona de casa Maria Silvani Maldaner, 41 anos. Minutos antes da cerimonia começar, o padre Pedro José Ritter pediu que Cássio fosse retirado da fila. Ele não participaria da celebração.
Sete anos atrás, Silvani havia buscado informação com o então pároco da cidade, que afirmou que o filho poderia participar da primeira comunhão. Depois esperar o melhor momento, há dois meses ela havia procurado o padre Ritter e explicado a situação. De acordo com religioso, a igreja estipula que, em casos como o de Cássio, não há necessidade de que o fiel passe pelo rito da eucaristia.
— Como a mãe queria muito, e nós não temos catequistas preparadas, pedi a ela que ensinasse ao menino o sentido da eucaristia. Se ele entendesse, ainda que do jeito dele, o que estava acontecendo, e se aceitasse a hóstia, ele poderia participar — afirma.
Mãe e filho treinaram durante um mês e voltaram à igreja para um ensaio. Na ocasião, Cássio se negou a receber a hóstia. Silvani continuou ensinando o menino, para que ele pudesse participar da celebração.
— Ficamos de fazer um novo teste, que não aconteceu. Na última sexta-feira ocorreu o ensaio, e eu esperava falar com o padre, mas ele não participou. Como não houve mais nenhuma manifestação, achei que estava tudo certo — conta a mãe.
O religioso, no entanto, afirma que em nenhum momento Cássio aceitou a hóstia. Sem que isso acontecesse, Ritter diz que a orientação à mãe é que se esperasse outro momento para que o adolescente participasse da eucaristia.
— Não houve nenhum tipo de preconceito. A minha decisão apenas foi por esperar por um outro momento, em que ele aceitasse e entendesse o que estava acontecendo — afirma o padre.
Comunidade se mobiliza
A imagem dos pais do adolescente chorando durante a missa comoveu a comunidade. A festa programada foi realizada, mas em clima de tristeza. Moradores de Bom Princípio estão se mobilizando nas redes sociais, contrários a atitude do padre.
Para a família, houve preconceito por parte do religioso. O pai, o agricultor Letus Maldaner, 56 anos, afirma que espera que o filho participe da eucaristia, mas com outro padre.
— Depois que ele tirou o Cássio da fila eu ainda pedi que ele ao menos desse uma bênção lá na frente, mas ele se negou. Essa é primeira vez que o meu filho foi discriminado, e isso aconteceu justamente na igreja — afirma Maldaner.
Situação será analisada por bispo
A eucaristia é o momento em que os católicos lembram o sacrifício de Jesus Cristo, que tem seu corpo representado pela hóstia. Segundo o bispo da diocese de Montenegro, Dom Paulo de Conto, é preciso que o fiel tenha entendimento do significado do rito.
— Ainda não tomei conhecimento do que aconteceu, mas o certo é que não houve uma negação da participação desse adolescente. O que aconteceu foi um pedido para que a comunhão acontecesse em outro momento. Não se pode colocar por força a hóstia na boca do menino — afirma o bispo.
De acordo com o religioso, casos como o de Cássio estão sendo analisados individualmente. Dom Paulo afirma que é necessário que o padre e os catequistas participem do processo de aprendizagem com a família.
— Vou buscar informações sobre o que aconteceu para poder analisar a caso — diz ele.
FONTE: ZERO HORA
Cássio Maldaner, 13 anos, estava na fila para entrar na igreja e receber a primeira comunhão com outras 34 crianças. Nos bancos de madeira da Paróquia Nossa Senhora da Purificação, 90 convidados da família esperavam pelo momento sonhado pela mãe, a dona de casa Maria Silvani Maldaner, 41 anos. Minutos antes da cerimonia começar, o padre Pedro José Ritter pediu que Cássio fosse retirado da fila. Ele não participaria da celebração.
Sete anos atrás, Silvani havia buscado informação com o então pároco da cidade, que afirmou que o filho poderia participar da primeira comunhão. Depois esperar o melhor momento, há dois meses ela havia procurado o padre Ritter e explicado a situação. De acordo com religioso, a igreja estipula que, em casos como o de Cássio, não há necessidade de que o fiel passe pelo rito da eucaristia.
— Como a mãe queria muito, e nós não temos catequistas preparadas, pedi a ela que ensinasse ao menino o sentido da eucaristia. Se ele entendesse, ainda que do jeito dele, o que estava acontecendo, e se aceitasse a hóstia, ele poderia participar — afirma.
Mãe e filho treinaram durante um mês e voltaram à igreja para um ensaio. Na ocasião, Cássio se negou a receber a hóstia. Silvani continuou ensinando o menino, para que ele pudesse participar da celebração.
— Ficamos de fazer um novo teste, que não aconteceu. Na última sexta-feira ocorreu o ensaio, e eu esperava falar com o padre, mas ele não participou. Como não houve mais nenhuma manifestação, achei que estava tudo certo — conta a mãe.
O religioso, no entanto, afirma que em nenhum momento Cássio aceitou a hóstia. Sem que isso acontecesse, Ritter diz que a orientação à mãe é que se esperasse outro momento para que o adolescente participasse da eucaristia.
— Não houve nenhum tipo de preconceito. A minha decisão apenas foi por esperar por um outro momento, em que ele aceitasse e entendesse o que estava acontecendo — afirma o padre.
Comunidade se mobiliza
A imagem dos pais do adolescente chorando durante a missa comoveu a comunidade. A festa programada foi realizada, mas em clima de tristeza. Moradores de Bom Princípio estão se mobilizando nas redes sociais, contrários a atitude do padre.
Para a família, houve preconceito por parte do religioso. O pai, o agricultor Letus Maldaner, 56 anos, afirma que espera que o filho participe da eucaristia, mas com outro padre.
— Depois que ele tirou o Cássio da fila eu ainda pedi que ele ao menos desse uma bênção lá na frente, mas ele se negou. Essa é primeira vez que o meu filho foi discriminado, e isso aconteceu justamente na igreja — afirma Maldaner.
Situação será analisada por bispo
A eucaristia é o momento em que os católicos lembram o sacrifício de Jesus Cristo, que tem seu corpo representado pela hóstia. Segundo o bispo da diocese de Montenegro, Dom Paulo de Conto, é preciso que o fiel tenha entendimento do significado do rito.
— Ainda não tomei conhecimento do que aconteceu, mas o certo é que não houve uma negação da participação desse adolescente. O que aconteceu foi um pedido para que a comunhão acontecesse em outro momento. Não se pode colocar por força a hóstia na boca do menino — afirma o bispo.
De acordo com o religioso, casos como o de Cássio estão sendo analisados individualmente. Dom Paulo afirma que é necessário que o padre e os catequistas participem do processo de aprendizagem com a família.
— Vou buscar informações sobre o que aconteceu para poder analisar a caso — diz ele.
FONTE: ZERO HORA
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