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quinta-feira, 7 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
BRUXISMO
O QUE É O BRUXISMO
"O bruxismo, hábito de
apertar e ranger os dentes é comum em cerca de 15% das pessoas. Esses pacientes
podem sofrer fortes dores de cabeça, desgaste dos dentes e distúrbios da
articulação mandibular. As causas deste problema podem ser a tensão emocional e
o fechamento inadequado da boca."
Estes sintomas são comuns durante o sono. Ranger os dentes à noite e apertá-los durante o dia, formam um problema progressivo onde o paciente perde os parâmetros e só percebe que tem bruxismo se prestar atenção na própria tensão muscular ou se alguém ouvir o ranger noturno. O diagnóstico geralmente é feito depois que surgem algumas complicações.
Causas
O bruxismo é associado ao estresse em 100% dos casos. Todos os pacientes com sintomas de bruxismo têm aumento da tensão emocional. Um alinhamento incorreto dos dentes e fechamento inadequado da boca está presente na maior parte dos casos, mas dificilmente são suficientes para causar o problema na ausência de um aumento da tensão.
A doença pode atingir qualquer pessoa, e é mais freqüente entre os 15 e 35 anos. É também mais freqüente nas mulheres do que nos homens.
Conseqüências
As dores de cabeça tensionais são comuns nos portadores de bruxismo. Elas surgem por contração excessiva dos músculos da mastigação, podendo atingir rosto, pescoço, ouvido e até ombros. O período crítico é pela manhã (se a contração predominar a noite) ou de tarde (se predominar de dia).
Outro problema decorrente do bruxismo é dor da articulação da mandíbula. Esta também pode sofrer estalos, travamento, restringir a abertura da boca e desviar para o lado ao abrir e fechar.
Também é freqüente a dor e o desgaste dos dentes. A dor é pior pela manhã e o desgaste pode chegar à gengiva. Em dentes mais frágeis, sejam eles cariados ou tratados, o ranger pode provocar a quebra. Traumas repetidos e inflamção da gengiva levam à perda do suporte ósseo dos dentes, que se tornam móveis.
Tratamento
Estes sintomas são comuns durante o sono. Ranger os dentes à noite e apertá-los durante o dia, formam um problema progressivo onde o paciente perde os parâmetros e só percebe que tem bruxismo se prestar atenção na própria tensão muscular ou se alguém ouvir o ranger noturno. O diagnóstico geralmente é feito depois que surgem algumas complicações.
Causas
O bruxismo é associado ao estresse em 100% dos casos. Todos os pacientes com sintomas de bruxismo têm aumento da tensão emocional. Um alinhamento incorreto dos dentes e fechamento inadequado da boca está presente na maior parte dos casos, mas dificilmente são suficientes para causar o problema na ausência de um aumento da tensão.
A doença pode atingir qualquer pessoa, e é mais freqüente entre os 15 e 35 anos. É também mais freqüente nas mulheres do que nos homens.
Conseqüências
As dores de cabeça tensionais são comuns nos portadores de bruxismo. Elas surgem por contração excessiva dos músculos da mastigação, podendo atingir rosto, pescoço, ouvido e até ombros. O período crítico é pela manhã (se a contração predominar a noite) ou de tarde (se predominar de dia).
Outro problema decorrente do bruxismo é dor da articulação da mandíbula. Esta também pode sofrer estalos, travamento, restringir a abertura da boca e desviar para o lado ao abrir e fechar.
Também é freqüente a dor e o desgaste dos dentes. A dor é pior pela manhã e o desgaste pode chegar à gengiva. Em dentes mais frágeis, sejam eles cariados ou tratados, o ranger pode provocar a quebra. Traumas repetidos e inflamção da gengiva levam à perda do suporte ósseo dos dentes, que se tornam móveis.
Tratamento
O primeiro passo é reconhecer o problema. O dentista deve fazer um "check up" da boca e eliminar com aparelhos e desgastes seletivos dos dentes os pontos que impedem uma mordida perfeita. Mas isso não é tudo. Pessoas com bruxismo têm um termômetro psicológico na boca.
O melhor é perceber que o problema não vem do nada e tentar achar suas causas no dia-a-dia.
Um passo importante para tentar curar ou pelo menos diminuir o bruxismo é cortar a tensão psicológica. Isto pode ser feito através de esportes, ioga e exercícios de relaxamento. Já distúrbios psiquiátricos, como depressão e ansiedade, devem ser aliviados e medicados se necessário. A psicoterapia identifica e trata as dificuldades emocionais associadas ao bruxismo.
Fechar bem a boca também é outra forma de evitar o bruxismo. O fechamento deve ser perfeito. O mal contato entre os dentes de cima e de baixo leva a pontos de atrito que aumentam a tensão muscular. Próteses malfeitas como pontes e dentaduras devem ser trocadas. Os dentes precisam ser alinhados com aparelhos.
Outro método usado é o encaixe de placas de acrílico na arcada dental durante a noite. Estas distribuem a força muscular em todos os dentes e não apenas em um ou dois mal posicionados. Por último, o dentista deve fazer um ajuste fino do fechamento da boca.
É realizado um desgaste em lugares específicos de alguns dentes para encaixar a arcada dental superior na inferior sem nenhum ponto de atrito. A solução é procurar um bom dentista para indicar o tratamento.
terça-feira, 5 de junho de 2012
EMOÇÕES
Finalmente as pessoas estão
despertando para o fato de que a inteligência abrange muito mais que o
racional. E que as emoções representam um aspecto importantíssimo do potencial
humano.
Apesar de sua incontestável presença, nossas emoções sempre foram vistas como algo perigoso, que precisa ser reprimido para não atrapalhar a forma lógica de pensar. O ideal desejado pela sociedade, até há bem pouco tempo, eram pessoas frias, absolutamente racionais.
Freud foi o primeiro a afirmar que a consciência era muito mais abrangente do que se imaginava e o que as pessoas mostravam era apenas a ponta do iceberg. Grande parte do nosso ser está mergulhado nas profundezas do inconsciente.
Reich demonstrou que a repressão da energia sexual era uma forma de controle social. Repressão que, no corpo, se constitui em couraças musculares que impedem seu contato prazeroso e restringe o prazer de viver.
Apesar de sua incontestável presença, nossas emoções sempre foram vistas como algo perigoso, que precisa ser reprimido para não atrapalhar a forma lógica de pensar. O ideal desejado pela sociedade, até há bem pouco tempo, eram pessoas frias, absolutamente racionais.
Freud foi o primeiro a afirmar que a consciência era muito mais abrangente do que se imaginava e o que as pessoas mostravam era apenas a ponta do iceberg. Grande parte do nosso ser está mergulhado nas profundezas do inconsciente.
Reich demonstrou que a repressão da energia sexual era uma forma de controle social. Repressão que, no corpo, se constitui em couraças musculares que impedem seu contato prazeroso e restringe o prazer de viver.
A criatividade, a empatia, a sensibilidade, a plenitude de viver estão associados à recuperação da capacidade de sentir e expressar as emoções. Essa habilidade social exige um aprendizado. Aprender, em primeiro lugar, a conhecer-se e, a partir daí, compreender o outro.
Podemos usar a palavra empatia, compaixão. E os sentimentos são portas para o auto-conhecimento. Representam uma expansão da própria consciência.
Pasmem, mas muito do que sentimos foi aprendido. Quem sustenta essa afirmação é Fanita English, renomada autora americana. As emoções autênticas são a alegria, o afeto, o medo, a tristeza e a raiva. Fazem parte de nosso ser biológico e são universais. Todas as outras emoções são consideradas disfarces, ou seja, emoções que substituem uma emoção autêntica. Foram aprendidas na infância, principalmente no nosso ambiente familiar.
“A TRISTEZA TEM SEUS SIGNIFICADOS. A RAIVA E A AGRESSIVIDADE DOTA-NOS DE ENERGIA PARA LUTARMOS.”
Por exemplo, nem todo sorriso significa que a pessoa está feliz. Pode estar mascarando uma tristeza que a pessoa não se permite sentir. Assim, a irritação, os ciúmes, o desespero, a timidez, a ansiedade, a depressão, a insegurança são considerados disfarces. Ou seja, estão substituindo uma emoção autêntica. O trabalho terapêutico consiste em identificar qual emoção está oculta, para que se possa senti-la e expressá-la. De qualquer forma, a consciência de nossas emoções facilita a identificação dos disfarces, o que nos possibilita evitar sua repetição vida afora.
As emoções autênticas possuem determinadas funções. Nossas vidas são uma verdadeira ciranda de emoções por mais que tentemos ignorá-las.
Então, vejamos o que acontece:
Quando sentimos medo, procuramos nos proteger contra alguma ameaça.
A tristeza tem seus significados e até sua beleza própria. Quando mergulhamos nela, descobrimos sua profundidade, elaboramos nossas perdas e podemos acrescentar novas dimensões a nossa vida.
A raiva, a agressividade, dota-nos de energia para lutarmos na vida. É o nosso lado guerreiro que suplanta dificuldades e situações que parecem muitas vezes intransponíveis.
O afeto e o amor são o encontro, o compartilhar. O amor é trasbordamento. Mas isso só pode acontecer a partir do amor a si mesmo, da auto-estima, do próprio desabrochar.
O riso é o primeiro sinal de reconhecimento do outro e a alegria, a celebração da própria vida. Até mesmo a ciência médica diz que a risada é um dos melhores remédios dentre os que a natureza forneceu aos homens.
ESCALA DE APRENDIZADO EMOCIONAL:
Alfabetização emocional é a capacidade de compreender e saber lidar com as emoções. Somos analfabetos emocionais. Aprendemos a ler e a escrever, mas nos perdemos no que diz respeito às nossas emoções. Quantos problemas de relacionamento poderiam ser evitados se soubéssemos lidar com as emoções? Discussões inúteis entre pais e filhos, falta de comunicação ou má comunicação no ambiente de trabalho, relacionamentos insatisfatórios, etc.
Claude Steiner, em seu livro “Quando um homem ama uma mulher”, propõe uma escala de aprendizado emocional que vai, desde a ignorância de nossos sentimentos, até a comunicação adequada do que sentimos.
Torpor é a incapacidade de sentir quaisquer manifestações que podemos classificar como sentimentos, mesmo que estes sejam facilmente detectáveis por outros, a partir de expressões faciais e atitudes. As emoções estão congeladas e inacessíveis à consciência.
Sensações físicas: Neste estágio, a pessoas identifica a sensação física, mas não reconhece a emoção correspondente. Por exemplo, o coração disparado, um aperto no peito, um nó na garganta.
Na experiência caótica, as emoções são conscientes, mas vivenciadas como uma agitação interna. A pessoa está suscetível às emoções, mas ainda não é capaz de controlá-las.
Ao alcançar a linha da linguística, as emoções encontram-se associadas a seus nomes, de maneira que já conseguimos falar sobre o que estamos sentindo.
Diferenciação significa saber reconhecer as diferentes emoções, suas causas e suas intensidades, podendo-se falar sobre elas.
A empatia ocorre num nível de percepção em que é possível perceber ou intuir o que os outros estão sentindo.
A intuição é o topo da escala de aprendizado. É a sofisticação emocional que se obtém quando se percebe a “dança” das emoções. Tem-se, então, a possibilidade de escolher que caminho trilhar em cada interação, em função das emoções que serão desencadeadas em si próprio e no outro.
O importante é a pessoa localizar em que ponto está seu aprendizado e perceber o que precisa desenvolver em relação as suas emoções. Muitas vezes, é preciso procurar algum tipo de ajuda como a psicoterapia ou grupos de desenvolvimento pessoal que venham facilitar a capacidade de sentir e expressar as emoções.
A LIBERDADE DE SENTIR
No estágio em que a pessoa não se sente livre para sentir, ela fica vulnerável a doenças psicossomáticas. Só que o fato de negar o que sente não resolve, pois a energia emocional continua procurando uma forma de ser liberada. Se, por exemplo, formos proibidos de expressar a raiva, poderemos acumular mágoas, ressentimentos ou desenvolver sintomas físicos.
Sentir, porém, não poder expressar, contém um grau um pouco maior de liberdade. A pessoa tem permissão para sentir, mas não para deixar claro este sentimento. Ou então, ela se permite sentir, falar, mas não, agir em função do que sente. Seu sentimento fica dissociado da conduta, muitas vezes por não ter aprendido a tomar decisões baseadas em suas emoções.
Agir no impulso da emoção, sem controle, é típico de quem coleciona determinadas emoções. Pode-se trocá-las por explosões, brigas, vingança ou mesmo homicídio e suicídio. A ação no impulso, embora caracterize uma liberdade maior, não é isenta de problemas. Se tem raiva, explode, não importando onde ou com quem. Se tem medo, paralisa-se ou foge, agindo impulsivamente.
Sentir, verbalizar e agir quando conveniente, respeitando a si e ao outro, é o próximo passo em direção à liberdade emocional. E acontece quando, ao sentir e poder verbalizar, a pessoa resolve se é conveniente, ou não, manifestar a emoção e qual a melhor forma de fazê-lo.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
MENSAGEM- UMA HISTÓRIA DE AMOR
Era uma vez uma ILHA, onde moravam os seguintes
sentimentos: ALEGRIA, a TRISTEZA, a VAIDADE,
a SABEDORIA, o AMOR e outros.
Um dia avisaram para os
moradores desta ilha que ela ia ser inundada.
Apavorado, o AMOR cuidou para que todos os
sentimentos se salvassem. Ele então falou:
-fujam todos, a ilha vai ser inundada.
Todos correram e pegaram
seus barquinhos, para irem a um morro bem alto.
Só o AMOR que não se apressou, pois queria ficar um pouco mais em sua ilha. Quando já estava
afogando-se, correu para pedir ajuda.
Estava passando a RIQUEZA e ele disse:
- riqueza leve-me com
você.
- não posso, meu barco está cheio de ouro e prata, e você
não vai caber.
Passou então a VAIDADE e ele pediu:
- oh! VAIDADE leve-me com você.... – não posso, vai sujar meu barco. Logo
atrás vinha a TRISTEZA.
- TRISTEZA, posso ir com você!
- Ah! AMOR estou tão triste que prefiro ir sozinha.
Passou a ALEGRIA, mas estava tão alegre que nem
ouviu que nem ouviu o AMOR chamar
por ela.
Já desesperado, achando
que ia ficar só, o AMOR começou a
chorar.
Então, passou um barquinho
onde estavaum velhinho e ele então falou:
- Sobe, AMOR que eu te levo.
O AMOR que pensou que ia
ficar ali sozinho, ficou radiantede felicidade que até esqueceu de perguntar o
nome do velhinho.
Chegando ao MORRO ALTO onde estava os sentimentos,
ele perguntou:
-SABEDORIA, quem era o
velhinho que me trouxe aqui?
Ela respondeu:
- o TEMPO!
- O TEMPO?
- Mas porque só o TEMPO quis me trazer?
- Porque só o TEMPO é capaz de entender um GRANDE AMOR.
domingo, 3 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
SUGESTÃO DE LEITURA
O CÓDIGO DA VINCI
Silas,
um albino que está ao serviço do bispo da Opus Dei Manuel Aringarosa, assassina
os três guardiões que sabem de um segredo guardado a séculos pelo Priorado De
Sião, uma organização secreta que chegou a ter como grão-mestres nomes como
Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e Da Vinci.
Mais
tarde, já dentro do museu do Louvre, prepara-se para assassinar o actual
grão-mestre da organização, mas, Jacques Sauniére descobre que todos os que
sabiam do segredo estavam mortes, e caso o mesmo acontece-se a ele um dos mais
poderosos segredos guardados até hoje perder-se-ia para sempre. Antes de
falecer, Sauniére deixa pistas através de símbolos, que serão desvendadas por
Robert Langdon, conceituado simbologista e pela sua falsa neta Sophie
Neveu.
O
Código Da Vinci é um livro muito polémico e bastante criticado pela igreja, no
entanto, não podemos esquecer que é uma obra de ficção, nesse campo, é dotado de
uma envolvência e dinâmica que nos faz viver o enredo de uma forma
apaixonante.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
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