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Senado aprova cota de 5% para deficientes em
obras da Copa
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quinta-feira, 17 de maio de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
MENINA COM PARALISIA CEREBRAL SONHA EM DANÇAR COM IRMÃ GÊMEA
Quando colocadas lado a lado, as gêmeas Isabella e
Gabriella Platt, de 4 anos, parecem idênticas. Porém, ao observá-las melhor,
nota-se que a primeira precisa de talas de metal nas pernas para andar. A
menina sofre de uma forma debilitante de paralisia cerebral. Seu maior sonho é
ter “pernas novas” para que possa fazer aquilo que mais ama: dançar como a irmã.
Uma cirurgia na coluna poderia ajudar a menina, mas, no seu país natal, a Inglaterra, o sistema de saúde pública não cobre a operação. Por isso a família das gêmeas está arrecadando fundos para custear uma cirurgia nos Estados Unidos, onde um inovador cirurgião promete realizar o sonho de Isabella - dançar. Ao todo, a família precisa de 50 mil libras (cerca de R$ 130 mil). A mãe das meninas, Stacey, contou ao jornal britânico Daily Mail que uma maneira de ajudar Izzy, forma como se refere à filha, a não se sentir tão diferente das outras crianças é comprar calçados pretos para Gabriella também. “Visto a Gabriella com um calçado mais parecido o possível com as botas de Isabella”, contou.
A mãe ainda disse que deseja ver a filha sem as talas e a bota para que ela possa brincar, dançar e correr como qualquer menina da sua idade. “Sem essa parafernália ela vai poder fazer o que quiser”, garantiu. Stacey afirmou que Isabella entende a sua condição e nunca reclama. Mesmo com a pouca idade, Gabby dá suporte à irmã. “Vejo ela ajudando Izzy a se equilibrar a todo momento” disse a mãe.
A descoberta da paralisia veio quando Isabella tinha 1 ano e meio. “Enquanto Gabby andou no primeiro aniversário, Izzy nem sequer sentava ou rolava”, explicou Stacey. Os primeiros médicos consultados não acertaram o diagnóstico: diziam apenas para a família resistir à tentação de comparar as meninas só porque elas eram gêmeas. Mesmo com a descoberta da paralisia, os especialistas ainda não sabem por que ela ocorreu, já que as duas garotas nasceram saudáveis.
Sobre a cirurgia nos Estados Unidos, a família Platt conta que soube do procedimento por meio do noticiário. Trata-se de uma operação na coluna vertebral e do alongamento dos músculos da perna. “Desde então, já vi cerca de 180 vídeos de famílias que contaram sobre a sua experiência com esse procedimento”, afirmou Stacey. “Aqui na Inglaterra há tratamentos que poderiam melhorar a qualidade de vida de Izzy, mas isso só aconteceria depois dos 7 anos. Acontece que já percebi que ela está começando a ficar envergonhada da sua condição”, justificou a mulher. A família pretende operar a garota em janeiro do próximo ano.
Uma cirurgia na coluna poderia ajudar a menina, mas, no seu país natal, a Inglaterra, o sistema de saúde pública não cobre a operação. Por isso a família das gêmeas está arrecadando fundos para custear uma cirurgia nos Estados Unidos, onde um inovador cirurgião promete realizar o sonho de Isabella - dançar. Ao todo, a família precisa de 50 mil libras (cerca de R$ 130 mil). A mãe das meninas, Stacey, contou ao jornal britânico Daily Mail que uma maneira de ajudar Izzy, forma como se refere à filha, a não se sentir tão diferente das outras crianças é comprar calçados pretos para Gabriella também. “Visto a Gabriella com um calçado mais parecido o possível com as botas de Isabella”, contou.
A mãe ainda disse que deseja ver a filha sem as talas e a bota para que ela possa brincar, dançar e correr como qualquer menina da sua idade. “Sem essa parafernália ela vai poder fazer o que quiser”, garantiu. Stacey afirmou que Isabella entende a sua condição e nunca reclama. Mesmo com a pouca idade, Gabby dá suporte à irmã. “Vejo ela ajudando Izzy a se equilibrar a todo momento” disse a mãe.
A descoberta da paralisia veio quando Isabella tinha 1 ano e meio. “Enquanto Gabby andou no primeiro aniversário, Izzy nem sequer sentava ou rolava”, explicou Stacey. Os primeiros médicos consultados não acertaram o diagnóstico: diziam apenas para a família resistir à tentação de comparar as meninas só porque elas eram gêmeas. Mesmo com a descoberta da paralisia, os especialistas ainda não sabem por que ela ocorreu, já que as duas garotas nasceram saudáveis.
Sobre a cirurgia nos Estados Unidos, a família Platt conta que soube do procedimento por meio do noticiário. Trata-se de uma operação na coluna vertebral e do alongamento dos músculos da perna. “Desde então, já vi cerca de 180 vídeos de famílias que contaram sobre a sua experiência com esse procedimento”, afirmou Stacey. “Aqui na Inglaterra há tratamentos que poderiam melhorar a qualidade de vida de Izzy, mas isso só aconteceria depois dos 7 anos. Acontece que já percebi que ela está começando a ficar envergonhada da sua condição”, justificou a mulher. A família pretende operar a garota em janeiro do próximo ano.
terça-feira, 15 de maio de 2012
TECNOLÓGIA A FAVOR DA SAÚDE
Laboratório de Robótica reabilita pacientes em SP
Primeiro da América Latina e totalmente gratuito pelo SUS, espaço é voltado a pessoas com dificuldade de locomoção
O laboratório de robótica trabalha membros superiores e inferiores por meio de jogos virtuais: o InMotion, que auxilia o paciente a realizar movimentos de ombro, cotovelo e punho; o Lokomat, indicado para pessoas com incapacidade no aparelho locomotor; a Ergys, que permite que pessoas com pouco ou nenhum movimento nas pernas possam pedalar; e o Armeo Spring, para pacientes com traumatismo crânio-encefálico ou outras afecções do sistema nervoso. Todos os aparelhos promovem movimentos das áreas afetadas e melhoram a plasticidade cerebral, provocando uma adaptação do cérebro à lesão que houve no corpo.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
CENTRO-OESTE CLIMA SECO - DICAS DE SAÚDE
Calor em excesso faz mal
Com o aumento do calor, o organismo procura baixar a temperatura do corpo através da transpiração. Mas se este objectivo não for alcançado, pode haver, em casos mais extremos, danos irreversíveis no cérebro e outros órgãos. Os golpes de calor, os esgotamentos e as cãibras são as consequências mais comuns.
Um golpe de calor dá-se quando o corpo não consegue controlar a sua temperatura elevada. Se se mantiver muito quente durante bastante tempo e não for prestado tratamento médico imediato, poderá levar à morte ou a uma deficiência crónica. Alguns dos sintomas de um golpe de calor são febre, pele vermelha, quente e seca, pulso rápido e forte, dor de cabeça, náuseas, etc. Numa situação destas, o importante é baixar a temperatura com um banho frio ou procurar um local fresco.
Um esgotamento devido ao calor deve-se à perda de líquidos e de sal, através da transpiração. É sobretudo grave para os idosos e doentes com hipertensão arterial e outros problemas. Um esgotamento identifica-se através da transpiração excessiva, dor de cabeça, pulso fraco, náuseas, etc.
Embora menos graves, as cãibras podem implicar tratamento médico, sobretudo em pessoas com problemas cardíacos e dietas pobres em sal. Se as cãibras continuarem por mais de uma hora, deve consultar um médico.
Nos dois últimos casos, convém procurar um local fresco e ingerir líquidos com minerais, como água ou bebida para desportistas.
Cuidados refrescantes
Mesmo que não se exponha directamente ao sol, pode sofrer com o calor. A primeira regra é evitar a exposição solar directa e prolongada, sobretudo nas horas de maior calor. Mas há outras medidas que podem ajudar o organismo a enfrentar o calor e a evitar consequências mais graves.
- Beba muita água. É fundamental hidratar o organismo. Mesmo aqueles que têm a sensação de suar pouco e não têm sede, como os idosos, devem esforçar-se por beber água e sumos de fruta.
- Prefira alimentos ricos em fibras, sais minerais e vitaminas, como a fruta e legumes frescos. Evite refeições pesadas com alimentos gordos e as bebidas alcoólicas, pois demoram mais tempo a digerir.
- Dentro de casa, permaneça nos locais menos expostos ao sol. Se morar numa vivenda, molhe as paredes exteriores com uma mangueira. O ar condicionado pode ser útil, sobretudo, para os idosos, mas convém evitar alterações bruscas. Programe uma temperatura com a qual se sinta bem, mas não demasiado fresca. Em alternativa, use ventoinhas com cabeça rotativa, para não haver um fluxo de ar directo.
- Opte por roupas leves, de preferência em algodão e cores claras. Use chapéu e óculos de sol. Use menos roupa na cama, sobretudo nos bebés e doentes acamados.
- Evite os esforços físicos exagerados. Se sentir que a sua temperatura está a aumentar, molhe os pulsos, as têmporas e a nuca com água fria.
- Visite regularmente familiares ou vizinhos idosos nas alturas de maior calor, sobretudo se sofrerem de insuficiência cardíaca ou respiratória, diabetes ou outras doenças crónicas.
domingo, 13 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Canção
do Céu para Mamãe
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Pai, tu, sendo Deus, quiseste mostrar
entre nós tua face materna... Por isso criaste todas as mães! Peço-te por minha mãe, Multiplicai os seus dias em nosso meio! Acompanha-a em todo riso e em toda lágrima, todo trabalho e toda prece, todo dia e toda noite! Que tua bênção cubra de luz inundada de ti, ela seja sempre mais Presença do divino em minha vida. Amém! |
quarta-feira, 9 de maio de 2012
A origem do Dia das Mães |
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A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na
Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos
Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a
Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias
inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as
mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake",
um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da
criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora
Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia
Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana,
filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com
aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua
mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas
ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem
suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos
pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado
o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril
de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock,
incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado.
Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos,
Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados,
estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no
segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo,
mais de 40 países adotaram a data.
"Não criei o dia das mães para ter lucro"
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se
tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a
data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os
que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia
as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano,
ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as
pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava
o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não
agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é
diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu
cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou
a ser mãe.
Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos
brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a
congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória
do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava
pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais
de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram,
posteriormente, a ser comercializados.
No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela
Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932,
o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio.
Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro,
determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja
Católica.
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